Mostrando entradas con la etiqueta 1934-RECIFE Primeiro Congresso Afro-Brasileiro organizado e proposto por Gilberto Freire. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta 1934-RECIFE Primeiro Congresso Afro-Brasileiro organizado e proposto por Gilberto Freire. Mostrar todas las entradas

jueves, 3 de junio de 2010

1930-40 Capoeira fotografiada por Ruth Landes y otros

Fotos (Capoeira) tomadas em 1938-39. Fonte: Ruth Landes´ Papers, National Anthropological Archive, Smithsonian Institute, Washington DC.
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/exibir/476
Fotos tomadas no período de novembro 1940 a março 1941. Fonte: Franklin Frazier´s Papers, Moorland-Spingarn Archive, Howard University, Washington, DC
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/listar/4







ARTÍCULO:

CAMINHOS CRUZADOS: TRAJETÓRIA INDIVIDUAL E GERAÇÃO
Lucia lippi Oliveira
FUNDAÇAO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇAO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL
RIO DE JANEIRO 1988
(PAG14)
O I Congresso Afro-Brasileiro e realizado no Recife em 1 9 3 3 sob a coorderiação de Gilberto Freyre e contando com a presença de Artur Ramos, Édison Carneiro, Jorge Amado entre outros. A judado por Áydano do Couto Ferraz e'Reginaldo Guimarães, Édison Carneiro organiza o 11 Congres so Afro-Brasileiro, realizado na Bahia, em janeiro de 193 7 . " É preciso lembrar que ' as religiões africanas' do tempo de Nina, já eram, para Ramos e Carneiro, ' religiões negras' . Religiões do povo negro da Bahia. " (Lima, 1 987, p. 40) Nes se 11 Congre sso reúnem- se estudiosos locais, pesquisadores esestrangeiros
e pais e mães-de- santo da Bahia. A Bahia era considerada o campo de observação por excelência dos contatos entre brancos e negros. Ali estiveram, nos anos 30 e 40, Melville Herskovits, Roger Bastide, Franklin Frazier, Ruth Landes e Donald Pierson, este ú ltimo vindo realizar a pesquisa para o seu doutoramento na Universidade de Chicago.
http://virtualbib.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/6608/793.pdf?sequence=1

sábado, 19 de diciembre de 2009

Idéias Negras em movimento:

Idéias Negras em movimento:
Da Frente Negra ao Congresso Nacional do Negro
Arilson dos Santos Gomes•
Orientadora Prof. Dra. Margaret Marchiori Bakos

Em 1934 ocorreu no Recife, o Primeiro Congresso Afro-Brasileiro, organizado e proposto por Gilberto Freire, intelectuais, acadêmicos, antropólogos e integrantes da Frente Negra Pernambucana. Neste Congresso foram debatidos sobre a história da importação e da escravidão africanas, os problemas de aculturação do negro e as variações antropométricas raciais, além de discussões sobre os livros Casa Grande e Senzala e Sobrados e Mocambos. De caráter regional, notamos que existe uma aglutinação de intelectuais brancos e negros em torno deste Congresso, que contou com a participação de Miguel Barros, Solano Trindade e Gerson Lima, fundadores da Frente Negra Pernambucana.8
Três anos depois, em na cidade de Salvador, na Bahia, realizam-se as atividades do Segundo Congresso Afro-Brasileiro. Este Congresso contou com a participação de intelectuais e acadêmicos. Organizado pelo Governo do Estado da Bahia, este Congresso teve grande repercussão nacional, contando com participantes de todo o Brasil. Entre os temas e pesquisas debatidas tivemos protestos dos intelectuais e participantes contra a interferência policial no candomblé. Entre outros temas foram apresentados trabalhos como: Castro Alves e a poesia negra na América, O Africano na Bahia, Contribuições bantú para o sincretismo fetichista no Brasil, O negro e o espírito guerreiro nas origens do Rio Grande do Sul, pesquisa apresentada por Dante Laitano, trabalhos realizados por afro-religiosos além de homenagens a Nina Rodrigues. Jorge Amado, participante, explicou que uma das preocupações do Congresso era manter a Capoeira em pleno ‘vigor’. O livro de Donald Pierson, Brancos e Negros na Bahia, escrito em 1945, foi produzido com pesquisas realizadas na vasta produção das teses apresentadas neste Congresso. 9 Em 1937, por ocasião do Estado Novo, tivemos o encerramento das atividades das Frentes Negras ‘espalhadas’ pelo Brasil e o ‘esfriamento’ das atividades político-sociais, em torno das idéias negras, advindas com as organizações de encontros, congressos e associações, que diminuem, mas não acabam.

http://www.labhstc.ufsc.br/pdf2007/9.9.pdf