lunes, 7 de junio de 2010

"Capoeira personnel."

Capoeira personnel, 1938 October 23


Creator: Landes, Ruth 1908-1991
Physical description: 2 photographic prints : black & white ; 3 x 4 centimeters
Salvador (Brazil)
1938 October 23
Topic: Musicians
Musical instruments
Capoeira (Dance)
Summary: Two duplicate prints of participants in capoeira roda. Photographs from anthropologist Ruth Landes' 1938-1939 field research on Afro-Brazilians and Candomblé in Brazil in the city of Bahia (now known as Salvador). Handwritten by Landes on verso of landes_photo_brazil_91-4_0052: "Capoeira personnel."

Cite as: Image ID #, Brazil: Bahian blacks and candomblé [3 of 3], Box 62, Ruth Landes Papers, National Anthropological Archives, Smithsonian Institution

See more items in: Field photographs from Bahia, Brazil 1938 - 1939

Data Source: National Anthropological Archives

jueves, 3 de junio de 2010

1930-40 Capoeira fotografiada por Ruth Landes y otros

Fotos (Capoeira) tomadas em 1938-39. Fonte: Ruth Landes´ Papers, National Anthropological Archive, Smithsonian Institute, Washington DC.
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/exibir/476
Fotos tomadas no período de novembro 1940 a março 1941. Fonte: Franklin Frazier´s Papers, Moorland-Spingarn Archive, Howard University, Washington, DC
http://www.arquivoafro.ufba.br/downloads/listar/4







ARTÍCULO:

CAMINHOS CRUZADOS: TRAJETÓRIA INDIVIDUAL E GERAÇÃO
Lucia lippi Oliveira
FUNDAÇAO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇAO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL
RIO DE JANEIRO 1988
(PAG14)
O I Congresso Afro-Brasileiro e realizado no Recife em 1 9 3 3 sob a coorderiação de Gilberto Freyre e contando com a presença de Artur Ramos, Édison Carneiro, Jorge Amado entre outros. A judado por Áydano do Couto Ferraz e'Reginaldo Guimarães, Édison Carneiro organiza o 11 Congres so Afro-Brasileiro, realizado na Bahia, em janeiro de 193 7 . " É preciso lembrar que ' as religiões africanas' do tempo de Nina, já eram, para Ramos e Carneiro, ' religiões negras' . Religiões do povo negro da Bahia. " (Lima, 1 987, p. 40) Nes se 11 Congre sso reúnem- se estudiosos locais, pesquisadores esestrangeiros
e pais e mães-de- santo da Bahia. A Bahia era considerada o campo de observação por excelência dos contatos entre brancos e negros. Ali estiveram, nos anos 30 e 40, Melville Herskovits, Roger Bastide, Franklin Frazier, Ruth Landes e Donald Pierson, este ú ltimo vindo realizar a pesquisa para o seu doutoramento na Universidade de Chicago.
http://virtualbib.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/6608/793.pdf?sequence=1

lunes, 31 de mayo de 2010

1962- Antonio Pitanga jogando capoeira (Film Barrabento)

Trecho do filme "Barravento", de Glauber Rocha (1962). Samba de roda cantado e tocado por ninguém menos que o Mestre Canjiquinha. O mestre acompanha o samba tocando uma caixa de madeira. Na seqüência, joga capoeira com Antônio Pitanga.
http://www.youtube.com/watch?v=KKIbZLraWnQ

jueves, 27 de mayo de 2010

1779-PERNAMBUCO- Mujer tocando cítara

foto: Sudáfrica

Da festa barroca à intolerância ilustrada. Irmandades católicas e religiosidade negra na América portuguesa (1750-1815)
Luiz Geraldo Silva
Universidade Federal do Paraná, Brasil

Pouco tempo depois, em meados de 1779, dois dos frades capuchinhos recém chegados a Pernambuco, sendo um deles o frei Constantino de Parma, prefeito de sua ordem, revelaram uma clara indisposição para com os rituais barrocos e africanizados dos negros. Conforme escreveu o governador José César de Menezes, em carta de 22 de março de 1780,

... uns frades barbadinhos, de novo chagados dessas Cortes, os quais com um indiscreto zelo, e coligados com dois Clérigos, se lançaram pelas casas onde os Negros que guardavam os instrumentos das danças e os entraram a quebrar de que os negros se quiseram levantar, e foi preciso um dos ditos frades tirar um Santo Cristo e dizer-lhes que aquele Senhor é que mandava; isto fez logo aquietar os Pretos; depois foram os ditos Padres à casa de uma mulher casada, que estava tocando uma cítara, e lha quebraram. Representando-me esta repreendi os Padres Missionários e Clérigos, que foram mostrar as casas, e fiz pagar o desmancho dos instrumentos.v
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3498133743581096969

1768-RECIFE- Pretos dançan e facem voltas como Arlequins


Grabado: "Negros Volteadores"
DEBRET. Voyage pittoresque et historique au Brésil. Paris: Didot Firmin et Fréres, 1824.









Da festa barroca à intolerância ilustrada. Irmandades católicas e religiosidade negra na América portuguesa (1750-1815)



Luiz Geraldo Silva
Universidade Federal do Paraná, Brasil

Com efeito, outros contemporâneos de fins do século XVIII e de inícios do século seguinte descreveram as festas do Rosário do Recife e de Olinda nos mesmos termos de Loreto Couto. Em junho de 1780, Dom José da Cunha Grã Ataíde de Melo, o Conde de Povolide — que havia sido governador da capitania entre 1768 e 1769 —, escreveu em Lisboa que em suas festas “os Pretos, divididos em Nações, e com instrumentos próprios de cada uma, dançam, e fazem voltas como Arlequins, e outros dançam com diversos movimentos do corpo, que inda que não sejam os mais inocentes são como os fandangos de Castela e fofas de Portugal, e os Lundus dos Brancos e Pardos daquele País”, isto é, da América portuguesa..................................................................................
.......................As demonstrações públicas da religiosidade negra eram praticamente cotidianas entre os irmãos do Rosário do bairro de Santo Antônio. Nessa direção, como escreve Loreto Couto (158-http://www.estadonacional.usp.br/pesquisa/Textos/repensando.pdf
159) por volta de 1759, eles cantavam o terço com ladainha “todos os dias do ano sem que os
estorve algum acontecimento”. Ao mesmo tempo, os “homens pretos” realizavam um cortejo semanal aos sábados, relativo aos cânticos do terço pelas ruas do Recife.

sábado, 15 de mayo de 2010

1741- VILA RICA- esconderijos de negros.

Arquivo Público Mineiro - APM


Notação : CC - Cx. 16 - 10320

Local : Vila Rica

Datas-limite : 13/05/1741 - 13/05/1741
Caixa : 16
Rolo : 505
Conteúdo : Ordem da Câmara para os moradores de Vila Rica sobre o fornecimento de escravos para
realização da queimada de matos e capoeiras para evitar que sirvam de esconderijos de negros.
Nota : Constam informações sobre registro.
Descritores : ORDENS / ESCRAVOS /

jueves, 13 de mayo de 2010

1831- Capoeira tocador de sino (campana),

À flor da terra: o cemitério dos pretos novos no Rio de Janeiro
Júlio César Medeiros da Silva Pereira

Um exemplo pinçado do ano de 1831 pode reforçar esta nossa proposição.

Um preto forro, capoeira, intrépido tocador de sino, morreu ao cair da torre da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, depois de se aventurar a fazer badalar o sino da igreja. O juiz de crime não hesitou em enviá-lo à Ladeira da Misericórdia para ser sepultado.62


62 AN, Ij6-165, 1831-1833, 2/11/1831. Apud: Carlos Eugênio Líbano Soares, A Capoeira Escrava e outras transformações no Rio de Janeiro (1808-1850), p. 152.

martes, 9 de marzo de 2010

O MISTÉRIO DOS ORIXÁS E DAS BONECAS:
RAÇA E GÊNERO NA ANTROPOLOGIA BRASILEIRA
Etnográfica, Vol. IV (2), 2000, pp. 233-265
Mariza Corrêa
 Sobre a ênfase na política, observe-se que uma das consequências do II Congresso foi a criação, no mesmo ano de 1937, da União das Seitas Afro-Brasileiras, em grande medida graças à atuação de Édison Carneiro. Numa carta daquele ano, ele dizia a Arthur Ramos: “estou vendo se consigo a liberdade religiosa dos negros” (em Oliveira e Lima 1987: 152), liberdade que, no entanto, só foi juridicamente estabelecida por um decreto do governador do estado no ano de 1976. Além de ser perseguido como “comunista”, perseguição que persistiu até a época do golpe militar de 1964 (ver Vilhena 1997), Édison Carneiro era irmão do jornalista e advogado, depois senador, Nelson Carneiro, inimigo declarado do então governador da Bahia, Juracy Magalhães. Ao longo de sua vida Édison Carneiro abrandaria sua posição política ao ponto de ter tido um desentendimento com um dos organizadores (além dele, Guerreiro Ramos e Abdias do Nascimento) do I Congresso do Negro Brasileiro, no Rio, em 1950. No que Abdias do Nascimento chamou de “Declaração dos ‘cientistas’”, Carneiro, Guerreiro Ramos, Costa Pinto e Darcy Ribeiro, entre outros, repudiavam “o acirramento de ódios e rivalidades injustificáveis entre os homens, com o ressurgimento do racismo” e afirmavam que embora o negro brasileiro “ainda conserve reminiscências africanas em certas atitudes sociais, já constitui um ser fundamentalmente brasileiro, parte da cultura nacional do Brasil” (Nascimento 1982: 399). Sobre a ênfase na “africanização” dos cultos afro-brasileiros, ver o excelente trabalho de Dantas (1988).
http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_04/N2/Vol_iv_N2_233-266.pdf

miércoles, 3 de marzo de 2010

Jogo da Mandinga


FUENTE: http://etd.ohiolink.edu/send-pdf.cgi/Brough%20Edward%20Luna.pdf?acc_num=osu1195592448

Tudo são misturas..................

Marcel Mauss: “Tudo são misturas, misturam-se as almas nas coisas, misturam-se as coisas nas almas, e é assim que as pessoas e as coisas misturadas saem cada qual de suas esferas e se misturam”.

Bosquimanos del Kalahari:
Link de Musica de berimbau (seguir  primera canción)
http://www.archive.org/details/BushmenOfTheKalahari

Link de Danzas Bosquimanas (Jogo)

martes, 2 de marzo de 2010

Manoel Leocadio,capoeira alistado para la Revolta de Floriano e Guerra de Canudos


110 anos de vida - Um escrínio de recordações...

Maria Theresa de Jesus, internada no Asilo dos Invalidos, fala a A Tribuna, evocando coisas da cidade antiga, numa linguagem pitoresca e viva:


- Eu, como já disse a sinhozinho, me casei no Jabaquara com o Manoel Leocádio, crioulo desempenado, capoeira destemido e com um batuque, que só vendo!
- Trabalhei muito para meu "home". Mais a vida era boa. Nos "sábado", todas as noites, tinha batucada. O samba ia "inté" o sol raiar. E como eu era doida por um batuque! .

Revolta de Floriano e Guerra de Canudos - Com visível tristeza se refere a esses dois acontecimentos da nossa história: Revolta de Floriano e Guerra de Canudos.
- Quando rebentou a revolta de Floriano (padre de Zeca Floriano)(1), o coronel Quintino Lacerda, o "interventô" do Jabaquara naquele tempo, formou um batalhão, que seguiu para a ponte do Casqueiro, aguardar o inimigo. Manoel Leocádio, que foi um dos primeiros a se "alistá", partiu também, e eu com ele. Fui servir de cozinheira. Passamos lá algum tempo. Tudo acabado, nós voltamos para Jabaquara.
- Veio a guerra de Canudos. Leocádio se alistou e partiu, porém não voltou mais. Morreu, brigando contra o malvado do tal Antonio Conselheiro.

JOSÉ PEDRO DE OLIVEIRA Tenente Coronel José Pedro de Oliveira, nascido em 1858 na cidade de Sorocaba, de origem humilde, veio para São Paulo a fim de ingressar no Corpo Policial Permanente em 1873, tendo sido promovido a alferes em 1890. Foi Subcomandante do 1° Batalhão (hoje 1° BPChq - BTA) no ano de 1897 quando, como major, comandou a unidade na Campanha de Canudos. mesmo ferido no combate, liderou pessoalmente uma das colunas de ataques ao último reduto de Antônio Conselheiro.Tenente Coronel em 1905, comandou a Guarda Cívica, recém criada na capital. com a grave crise que se instalou na Força Pública, quando da vinda da missão francesa, e conseqüente exoneração do Comandante Geral, foi nomeado para o Comando Interino da Milícia, a 8 de maio de 1906, onde aplainou, pela liderança, respeito e carisma pessoal que gozava entre seus subordinados, o árduo caminho dos militares franceses. Faleceu no exercício do Comando, em 1909. Sua obra à frente da força foi das mais benéficas, devendo-se a ele a consolidação da Caixa Beneficente e a reforma do Hospital Militar.

Grande batuqueiro da época foi Tibúrcio José de Santana, (década de 50, em Jaguaripe)

FOTO: Mestre Bimba e Tiburcinho de Jaguaripe, antigo lutador de Batuque. Academia de Bimba Nordeste de Amaralina, 1971
video :Entrevista Tibúrcio José de Santana.
http://www.youtube.com/watch?gl=ES&feature=player_embedded&v=Ll7-mpBi0gc
UNESCOM - Congresso Multidisciplinar de Comunicação para o Desenvolvimento Regional
Fundamentos da Cultura Musical no Brasil e a Folkcomunicação.
Grande batuqueiro da época foi Tibúrcio José de Santana, (década de 50, em Jaguaripe) quando, em entrevista, confirmou o nome de batuqueiros famosos com os quais conviveu e lutou 6 :

Lúcio Grande (Nazaré das Farinhas),
Pedro Gustavo de Brito,
Gregório Tapera,
Francisco Chiquetada,
 Luís Cândido Machado (pai de Bimba),
Zeca de Sinhá Purcina,
Manoel Afonso (de Aratuípe),
Mansú Pereira ,
Pedro Fortunato ,
Militão,
Antônio Miliano,
Eusébio de Tapiquará (escravo da família Abdom em Jaguaripe).
Segundo Édison Carneiro 7, ...a competição mobilizava um par de jogadores de cada vez. Havia golpes como a encruzilhada em que o atacante atirava as duas pernas contra as pernas do adversário, a coxa lisa, em que o jogador golpeava coxa contra coxa, acrescentando ao golpe uma raspa, o baú, quando as coxas do atacante davam um forte solavanco nas do adversário, bem de frente.
No século XVIII, constituído de instrumentos de percussão (membranofones, idiofones), o Batuque surgiu com esta designação, em conseqüência da homologação entre os atos do "bater", verificados, tanto na forma primitiva do candomblé - o batucajé na Bahia, dança religiosa de negros ( onde os atabaques marcam o ritmo para o contato com as divindades) 8, quanto numa modalidade de capoeira, o famoso batuque-boi ou pernada (ou batuque), luta popular de origem africana muito praticada nos municípios de Cachoeira, Santo Amaro e Salvador, acompanhada de pandeiro, ganzá, berimbau ( o único cordofone + idiofone, como exceção), e cantigas. É de procedência banto como a capoeira.
Segundo Artur Ramos, em outras manifestações religiosas e profanas variantes do batuque podem ainda ser citadas: o batuque do jaré, no interior do mesmo Estado, as danças do tambor, no Maranhão...(tambor-de-mina ou tambor-de-crioula de origem jeje , conforme culto dos Voduns, equivalentes aos Orixás nagôs), a dança cambinda (chamada piauí), etc. Anotamos também a punga (ou ponga), coreográfica, de caráter profano. Ainda o sorongo, o alujá, o quimbete, o cateretê, o jongo, a chiba, o lundu, o maracatu, o coco-de-zambê, o caxambu, o samba (rural de roda, de lenço, partido-alto, etc.), bambelô, e outras 9.
Todas as danças citadas são derivadas desse mesmo eixo denominado Batuque que originou a dança de roda, quando o sagrado e o profano fundem-se num amálgama de ritmos em que as ‘batidas’ no tambor - instrumento imprescindível nessas práticas significantes -, determinaram o canto e a gestualidade que implicaram idéias, modos de sere de agir. Observamos, ainda: a) no candomblé, o bater das palmas , o bater no gã (campânula de ferro) com uma baqueta em ferro, o bater do adjá (sino para fazer “cair no santo”), o bater nos atabaques (rum, rumpi e lé) para acompanhar os cânticos e os gestuais dedicados aos Orixás; b) na capoeira, o bater nos atabaques (Angola), nos pandeiros, da do berimbau (contra o fio de aço), no caxixi, acompanhando passos de defesa pessoal, com trejeitos de ginga (insinuando dança), volteios, simulações, jogo perigoso de corpo, pernadas mais tarde conhecidas como “batucada brava” praticada por negros exescravos que conservavam a destreza desses movimentos para sua defesa, relembrando quando eram perseguidos pelos senhores de engenho.
6 MOURA, J. - Mestre Bimba. Salvador (BA): Prod. Zumbimba, 1993, p. 43.

7 CARNEIRO, E.–A Sabedoria Popular. Rio de Janeiro: Edição de Ouro (1948), Civilização Brasileira, 1978.
8 RAMOS, A. - O negro Brasileiro - Rio de Janeiro: Editora CASA - Est. do Brasil, 1934 - p.162.
9 SODRÉ, M. - Samba.O dono do corpo . Rio de Janeiro: Editora Codreci. Coll. Alternativa, vol. I –1979, p.26.
http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/3/34/GT2-_FOLKCOM-_04-_Fundamentos_da_Cultura_Musical_-_Nicia.pdf

lunes, 1 de marzo de 2010

1950-BAHIA- Tiburcio (batuquero) con 80 anhos frecuentaba la academia de Pastinha


Mestre Tiburcinho, também conhecido como Tibúrcio de Jaguaripe, é lembrado entre poucos capoeiristas (infelizmente, poucos capoeiristas mesmo hoje em dia) como um mestre de batuque. Mas ele também foi um grande mestre de capoeira e figura importante da cultura popular brasileira.
Tibúrcio José de Santana nasceu por volta de 1870 em Jaguaripe. Aprendeu o batuque com Mestre Bernardo, ali no Recôncavo mesmo. Foi um grande batuqueiro e um dos últimos a preservar essa arte (o batuque era uma luta/dança parecida com a capoeira, onde os jogadores usavam as pernas para desequilibrar o adversário, jogada ao som de músicas, ritmada por pandeiros e bastante violenta, uma vez que muitos golpes tentavam acertar a região genital ).
Chegou em Salvador de saveiro, como a maioria dos trabalhadores da região. Conheceu a capoeira de Salvador no Mercado Popular e se enturmou com os capoeiristas locais, se tornando um deles. Ficou famoso nas rodas de capoeira pela sua habilidade.


Depois de algum tempo, Mestre Tiburcinho começou a freqüentar a academia de Mestre Pastinha e era muito visto por lá. Com mais de 80 anos, era um capoeirista malicioso, mandingueiro, perigoso. Cantava sempre músicas da outra luta que praticava, mantendo-as vivas, como:
Ê loandê... Tiririca é faca de cortá... num me corta molequinho de sinhá...
Outro fato importante para a cultura brasileira é que foi Mestre Tiburcinho, levado a Mestre Bimba por Mestre Decânio, quem ajudou o famoso criador da Capoeira Regional a lembrar-se de muitas cantigas e até coreografias de maculelê. Graças a esse encontro, Mestre Bimba começou a colocar o maculelê em apresentações com seu grupo (o que fez com que o maculelê fosse estudado e apresentado por vários grupos de capoeira até hoje). Se o batuque Mestre Tiburcinho não conseguiu manter vivo, a "redescoberta" do maculelê teve uma grande força dele.
Esse grande Mestre participou do “Dança de Guerra”, filme de Jair Moura. É citado entre outros capoeiristas no livro “Tenda dos Milagres”. E a gente faz questão de lembrar o nome dele por aqui.

http://zungucapoeira.blogspot.com/2009/06/mestre-tiburcinho-batuque-capoeira-e-o.html
Más información:
Mestres e capoeiras famosos da Bahia
Autores Pedro Rodolpho Jungers Abib, Alex Meneses de Jesus
Editor EDUFBA, 2009
ISBN 8523205624, 9788523205621
N.º de páginas 184 páginas

domingo, 28 de febrero de 2010

(CAPOEIRA ANTIGUA- BOSQUIMANOs) investigaciones se realizaron en la historia de la tribu desde 1843 hasta 1853

FOTO: Bosquimanos " Jogando Angola" -1952 (ver vídeos) http://www.tvciencia.pt/tvcarq/pagarq/tvcarq02.asp?codaqv=80007Nota del pesquisador: 


Las investigaciones del libro se realizaron en la historia de la tribu desde 1843 hasta 1853

SOCIAL CUSTOMS OF THE BUSHMEN
(Traducción del Inglés realizada por Javier Rubiera )
……….Lamentablemente, el autor no fue capaz de descubrir los nombres de  de un número considerable de sus otras danzas, ni los estribillos por el que son acompañadas. Hubo otro baile de cazadores, cuando al bailar solo estaban tocando en sus arcos con una varita pequeña, y cada uno tenía una campana de gran tamaño junto a su hombro (Pág. 116)
…….t'Gorld'ka, the Mdn-nia en el que los artistas imitan todas las acciones y gestos graciosos de los  babuinos, saltando, brincando y corriendo a todos los lados charlando y haciendo muecas como una tropa de simios emocionados. Entre uno y otro también apareció otro Bosquimano, entre ellos, fue el ^Kloo-rou-o, o rana-danza, en cual se puso en cuclillas, y saltó, y se revolvían como un montón de batracios borrachos. (Pág. 117)
……………….También tuvieron una danza muy singular, que quizás convenga  llamar la danza de acróbatas. En este sentido, brincar y saltar  en un círculo, parecía como si sus esfuerzos fueran dirigidos
a colocarse en todas las posiciones y contorsiones, el líder tomar su puesto en el centro, y en pasa a su alrededor, mientras que los bailarines se mueven en un círculo retorciéndose, hermanándose, y retorciendo su cuerpo divirtiéndose y la actitud poco común sugiere su fantasía; ahora sí ,en equilibrio con sus manos y tirando de sus las piernas hacia arriba hasta que sus cabezas estaban en la posición de un payaso mirando a través de un caballo en un circo, ahora de pie y sus cabezas, de nuevo el equilibrio caminan sobre sus manos con sus piernas lanzadas en el aire, en el estilo acrobático de verdad. Cambian de una postura a otra, fueron rápidos y continuos, y todo el círculo estaba siempre en constante movimiento (Pág. 118)
FUENTE:  THE NATIVE RACES OF SOUTH AFRICA

A History of the Intrusion of the Hottentots and Bantu into the Hunting Grounds of the Bushmen, the Aborigines of the Country
WITH NUMEROUS ILLUSTRATIONS By GEORGE W. STOW, F.G.S., F.R.G.S.
Edited by GEORGE McCALL THEAL, Litt.D., LL.D.
Formerly Keeper of the Archives of the Cape Colony and at present Colonial Historiographer
Author of ^^ History of South Africa" in seven volumes
LONDON SWAN SONNENSCHEIN & CO., LIMITED
New York : THE MACMILLAN CO.1905
artículo del pesquisador: Artículo de los Bosquimanos -Danza de Batrácios

sábado, 27 de febrero de 2010

1860-BRASIL-Descripción del Berimbau y caxixi

foto: Mestre Noronha:
libro: Brazil. Stray notes from Bahia: being extracts from letters, &c., during a ... Escrito por James Wetherell 1860, pag 106/107.
http://books.google.es/books?id=GQcNAAAAIAAJ&printsec=frontcover&vq=calabashes&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=calabashes&f=false
MUSICAL INSTRUMENTS
I think I have not named before one musical instrument of the blacks It is a long stick made into a bow by a thin wire half a gourd to serve as a sounding board is attached to this bow by a loop which pushed up or down slackens or tightens the wire The bow is held in the left hand the open part of the gourd pressed upon the body Between the finger and thumb of the right hand is held a small stick with which the wire is struck produring a tinkling sound on the other fingers is hung a kind of rattle made of basket work confined in which are some small stones which are made to rattle as the hand moves to strike the string A very monotonous sound is produced but as usual seems to be much appreciated by the negroes.
TRADUCCIÓN:
INSTRUMENTOS MUSICALES
creo que no he nombrado antes un instrumento musical de los negros. Es un palo largo hecho en el arco por un alambre delgado en medio de una calabaza para servir como caja de resonancia .Se adjunta a este arco por un lazo que empuja hacia arriba o abajo afloja o aprieta el cable . El arco se sostiene en la mano izquierda la parte abierta de la calabaza en el cuerpo prensado entre el índice y pulgar de la mano derecha . Un pequeño palo con el que el cable se golpea produce un sonido tintineante ,en el otro los dedos se cuelga una especie de maraca hecha de cestería confinadas hay algunas pequeñas piedras que se hacen a sonajero como la mano se mueve para atacar la cadencia de un sonido muy monótono , como siempre parece ser muy apreciada por los negros.

1860-BAHÍA Lucha entre negros (sin violencia)

libro: Brazil. Stray notes from Bahia: being extracts from letters, &c., during a ... Escrito por James Wetherell 1860, pag 119.
http://books.google.es/books?id=GQcNAAAAIAAJ&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
TRADUCCIÓN DEL TEXTO:
"La lucha de los negros con sus manos abiertas, es una escena frecuente en la ciudad baja .Rara vez llegan a las manos o por lo menos suficiente para causar un daño grave una patada en las espinillas es de los más dolorosos golpes que se dan entre sí . Están llenos de acción y cabriolas levantando los brazos y las piernas como los monos,  durante sus luchas. Es un espectáculo absurdo"

domingo, 21 de febrero de 2010

1849- ANGOLA-Portugueses de Pernambuco en Angola

http://dited.bn.pt/30124/1117/1534.pdf

1952- Entre los Bosquimanos de Angola(jogo de Angola)


BRITISH MEDICAL JOURNAL 6 APRIL 1974 23
Public Health and Genetic Constitution of the San
("Bushmen"): Carbohydrate Metabolism and Acetylator
Status of the !Kung* of Tsumkwe in the North-western Kalahari
TREFOR JENKINS, H. LEHMANN, G. T. NURSE
British Medical Journal, 1974, 2, 23-26

Hay 100.000 bosquimanos en Botsuana, Namibia, Sudáfrica y Angola. Son el pueblo indígena del Sur de África, y han vivido allí durante decenas de miles de años.Son un pueblo nómada